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Urgente! Vereador diz que Marcio Jerry o ameaçou com uso indevido da Polícia Federal

O vereador de Colinas Cleiton do Hospital denunciou que sofreu ameaça e tentativa de intimidação por parte do deputado federal comunista Márcio Jerry, durante um evento na cidade de Presidente Dutra. Além de relatar o ocorrido, em vídeo que circula em grupos de WhatsApp, Cleiton afirmou que vai fazer Boletim de Ocorrência na polícia, como forma de resguardar sua integridade. “Sentou do meu lado e, com tom de ameaça, foi no meu ouvido e falou as seguintes palavras: ‘Olha, Cleiton, eu vou mandar a Polícia Federal em Colinas. Já falei com o ministro Flávio Dino’. Bateu no meu braço, bateu no meu peito, me ameaçou”, relata o vereador no vídeo, que mostra a sequência das imagens de Jerry falando com ele no evento. Cleiton do Hospital é o mesmo vereador que, durante uma entrevista no mês de janeiro último, deu detalhes de“fuxicos” feitos por Márcio Jerry à mulher de Dino, como forma de plantar a discórdia com o recém-empossado governador Carlos Brandão. “Dani, demitiram teu fotógrafo, demitiram teu jardineiro, demitiram tua cozinheira”, contou. Cleiton e Jerry são filhos de Colinas e, na mesma entrevista, o vereador falou sobre os planos frustrados do deputado federal que sonhava eleger seu irmão prefeito da cidade. “Quem é de Colinas, sabe quem é Márcio Jerry. A real história de Márcio Jerry é essa: de derrota, fracasso, mentiras, intrigas”. Ameaças e narrativas falsasNo cenário político maranhense, o vereador é só mais uma vítima de integrante do grupo que se denomina dinista e faz uso de ameaças contra adversários políticos. Eles vivem de criar narrativas falsas contra quem não segue a cartilha deles. Quem não lembra da tentativa de intimidação ao governador Brandão no caso dos áudios vazados de conversas sobre articulações políticas visando à Prefeitura de Colinas. As gravações expõem que Dino, já no Supremo Tribunal Federal, teria exigido que seu grupo político assumisse a prefeitura da cidade em troca da resolução, no STF, do caso das eleições no Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA). “Eu só preciso que ele resolva Colinas para mim que o resto está superado”, destaca, na gravação, um interlocutor que disse estar reproduzindo fala de Flávio Dino. Vale lembrar ainda que, na sessão desta terça-feira (10), na Alema, deputados da oposição usaram, sem qualquer sentido ou conexão, a trajetória do traficante Pablo Escobar como comparativo com a vida do governador. Estão passando de todos os limites. Só que a população já reconhece esse modus operandi e não cai mais nessas histórias criadas pelos comunistas.

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O empresário e suplente de vereador Cibitinho veio a público manifestar reconhecimento e apoio ao trabalho

O empresário e suplente de vereador Cibitinho veio a público manifestar reconhecimento e apoio ao trabalho desenvolvido pelo prefeito Dr. Benjamim, ao lado da primeira-dama Gizele Lopes, à frente da administração municipal de Açailândia. Segundo Cibitinho, a atual gestão tem se destacado pelas inúmeras ações e frentes de trabalho espalhadas por toda a cidade, contemplando áreas essenciais como saúde, educação e infraestrutura. Para ele, os avanços são visíveis e refletem um governo comprometido com o desenvolvimento do município e a melhoria da qualidade de vida da população. “Açailândia hoje vive um novo momento, com obras, investimentos e políticas públicas que chegam aos bairros e à zona rural”, pontuou Cibitinho, ressaltando ainda a parceria e o diálogo da gestão com diferentes setores da sociedade. A manifestação reforça o reconhecimento de lideranças locais ao trabalho do prefeito Dr. Benjamim e da primeira-dama Gizele Lopes, que seguem conduzindo ações voltadas ao crescimento e fortalecimento de Açailândia.

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Marcos Brandão denuncia fake news e desmente narrativa plantada para enfraquecer parceria sólida entre Lula e Brandão 

O empresário Marcos Brandão denunciou, neste domingo (11), a disseminação de fake news e desmentiu de forma categórica uma narrativa falsa que vem sendo plantada por setores ligados ao dinismo com o objetivo de gerar intriga política no Maranhão. Segundo ele, trata-se de mais um episódio de desinformação deliberada, usada como ferramenta para confundir a população e criar um clima artificial de conflito no cenário político estadual. Brandão classificou como absurda a tentativa de atribuir a ele ou à sua família posições políticas que não correspondem à realidade, ressaltando que esse tipo de prática não contribui em nada para o debate público e enfraquece a democracia. “É uma estratégia já conhecida de um pequeno grupo que vive de espalhar mentira, plantar discórdia e desinformar a sociedade”, afirmou. O empresário também fez questão de reconhecer publicamente a importância da parceria institucional entre o Governo do Maranhão e o Governo Federal, destacando os avanços concretos que o estado vem alcançando a partir desse alinhamento. De acordo com Marcos Brandão, obras, investimentos e políticas públicas só se tornam realidade quando há diálogo, responsabilidade e compromisso com os interesses da população. Analistas políticos avaliam que a disseminação desse tipo de conteúdo falso tem um objetivo claro: tentar enfraquecer a relação entre o governador Carlos Brandão e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo essas análises, trata-se de uma tentativa desesperada de desestabilizar uma parceria que vem gerando resultados concretos para o Maranhão, na expectativa de que o presidente possa ser usado como tábua de salvação política para figuras que, fora da estrutura do governo, não teriam condições mínimas de obter sucesso nas urnas. Para Marcos Brandão, a insistência em fake news revela a ausência de propostas e de compromisso com o futuro do estado. “Enquanto alguns apostam na mentira e no conflito, o Maranhão avança com trabalho, seriedade e cooperação entre as instituições”, destacou. O empresário reforçou ainda que a propagação de notícias falsas não atinge apenas figuras públicas, mas prejudica diretamente a população, ao distorcer fatos, minar a confiança nas instituições e comprometer o ambiente democrático. “Fake news não são opinião. São ataques à verdade e ao direito da sociedade de ser corretamente informada”, concluiu. Marcos Brandão reafirmou que seguirá se posicionando de forma firme contra qualquer tentativa de manipulação da informação e defendeu que o Maranhão continue no caminho do desenvolvimento, com estabilidade política, diálogo institucional e respeito à democracia.

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Márcio Jerry critica “arrogância”: quem te viu, quem te vê!

O deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) elevou o tom das críticas após o boato sobre uma hipotética conversa entre o vice-governador Felipe Camarão e o governador Carlos Brandão. Jerry chamou de “arrogância” e “estupidez política” a ilação de que o governador teria “exigido” a renúncia de Camarão junto com ele próprio para que a presidente da Assembleia, Iracema Vale, assuma o governo. Nenhum surpresa na reação. O ex-lugar tenente do governo Flávio Dino é usuário contumaz de certo estilo ferino e ressentido em sua retórica. Age como se ainda estivesse no posto de homem forte do governo comunista. Só que não. Se houve, de fato, a conversa é um ritual absolutamente natural na política. Conversas, acordos de bastidores e ajustes são quase procedimentos padrões no mundo político. O ex-presidente FHC dizia mesmo que a política é “a arte de conversar”. Trazer a público o assunto – certamente com verniz mais forte e com crítica ferina escorrendo – é atitude mais do que infantil: é a mais pura demonstração de arrogância de quem quer impor ao governador uma candidatura em último lugar nas pesquisas. Quem fez coro às declarações do parlamentar foi o ex-secretário de Direitos Humanos e Participação Popular, Francisco Gonçalves, que declarou nas redes sociais que “renunciar ou não renunciar é um problema exclusivo de Brandão”. Se essa for a conhecida humildade do grupo dinista, o que será da arrogância?

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Carlos Lula se expõe com questionamentos ridículos e sensacionalistas

Em pleno início de 2026, o deputado estadual Carlos Lula (PSB) voltou a passar vexame na cena política ao repercutir com tom inflamado um episódio isolado ocorrido na virada de ano na Avenida Litorânea, em São Luís. Dois policiais militares — um de folga e outro que não havia comparecido ao serviço — se envolveram em uma confusão motivada por um suposto assédio contra a esposa de um dos agentes. A troca de agressões resultou em tiros disparados que, felizmente, não atingiram terceiros em meio à multidão, mas resultou na morte de um dos próprios agentes envolvidos na confusão. Apesar de se tratar de uma ocorrência estritamente entre os envolvidos, sem relação com a operação oficial de segurança do evento, Carlos Lula publicou em suas redes sociais uma série de perguntas retóricas com forte viés político: por que policiais armados estavam em meio à multidão? Por que um policial não estava em serviço? Como tiros foram disparados sem controle? E quem falhou no controle do evento? Os questionamentos do deputado beiram ao sensacionalismo político, na tentativa de responsabilizar a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP) e colocar a opinião pública contra as forças policiais do estado. As perguntas sugerem uma causalidade inexistente entre um episódio particular e a gestão da segurança no estado — uma manobra vista como oportunista em um contexto de disputa política. Especialistas em comunicação observam que a forma como perguntas foram colocadas extrapola uma legítima cobrança por respostas e adentra a esfera do espetáculo político, onde a narrativa é construída para efeitos midiáticos e não para a elucidação de fatos. A crítica à postura de Carlos Lula se intensifica quando se analisa sua atuação anterior em relação a questões de segurança pública. Enquanto integrante da base política do então governador Flávio Dino (PSB) e defensor declarado de seu legado, Lula pouco ou nada questionou publicamente eventuais problemas ou episódios de violência e letalidade policial no estado, mesmo em períodos em que dados divulgados por redes de observatórios e anuários de segurança apontavam o Maranhão entre os estados com índices significativos de mortes por intervenção policial. Em alguns levantamentos acadêmicos e dados nacionais, o Maranhão figura em colocações de destaque no quesito letalidade policial, com número de vítimas por ações policiais superior à média de outros estados — um debate que ganhou corpo em análises técnicas, mas raramente repercutiu com a mesma intensidade nas críticas do deputado na época em que ele defendia a gestão Dino.  Na Assembleia Legislativa e em entrevistas ao longo dos últimos anos, Carlos Lula foi enfático em defender o legado das políticas de Flávio Dino, inclusive na área de segurança pública, ressaltando, por exemplo, melhorias institucionais e combate a problemas crônicos;

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A nova tese de Carlos Lula: o governo é culpado quando alguém, individualmente, decide faltar ao serviço

Chega a soar ridículo exigir explicações da Secretaria de Segurança Pública pelo simples fato de um profissional ter faltado ao serviço. A lógica embutida no discurso do deputado beira o absurdo administrativo: seria razoável imaginar que o Estado tivesse de capturar, vigiar ou escoltar diariamente cada agente público que, por decisão individual, resolvesse não comparecer ao trabalho? A ausência injustificada é uma falta funcional que deve ser apurada nos termos da lei, como ocorre em qualquer instituição pública ou privada, e não um indício automático de colapso da gestão da segurança. Transformar um ato individual em falha sistêmica revela mais sobre a fragilidade do argumento do que sobre a atuação da Secretaria.

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